domingo, 11 de agosto de 2013

Caso Yoki: STJ nega liberdade e Elize Matsunaga vai continuar na cadeia

Bacharel de Direito é acusada de matar e esquartejar o marido em maio de 2012
Executivo da Yoki foi morto e esquartejado pela mulher em 19 de maio de 2012Reprodução/Rede Record
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou, nesta quarta-feira (7), o pedido da defesa de Elize Araújo Kitano Matsunaga para que ela respondesse o processo em liberdade. A bacharel em Direito é acusada de matar e esquartejar o marido em maio de 2012. 
No pedido, os advogados alegaram que Elize é ré primária, tem bons antecedentes e residência fixa. Além disso,a defesa argumentou que ela se colocou à disposição para comparecer em juízo sempre que for intimada. O STJ disse que ela deve continuar presa por causa da gravidade e da circunstância em que o crime aconteceu. 
Para o Ministério Público, os laudos do IML (Instituto Médico Legal) mostram que Marcos foi morto com crueldade e que foi esquartejado ainda vivo. Já a defesa pediu a exumação do corpo em março desse ano e uma nova perícia para tentar provar que o empresário já estava morto quando foi esquartejado. Os advogados de Elize alegam também que ela só atirou no marido porque descobriu que estava sendo traída. 
Elize Matsunaga também é acusada de ocultação de cadáver, por ter abandonado partes do corpo em uma estrada na Grande São Paulo. A filha do casal está sob a guarda dos avós paternos. 
Elize está presa na penintenciária de Tremembé, no interior de São Paulo. Marcos Matsunaga tinha 42 anos quando foi assassinado. O empresário foi baleado na cabeça e esquartejado após uma discussão, por causa de ciúmes, dentro do apartamento do casal na zona oeste de São Paulo. 

R7

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