Em palestra proferida no curso Iniciação Funcional de Magistrados, o delegado Josélio Azevedo de Souza, do Serviço de Repressão a Desvios Públicos do Departamento da Polícia Federal (PF), pediu uma atuação mais firme da magistratura para diminuir a impunidade nos casos de corrupção no Brasil.
Azevedo falou aos 20 juízes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) que participam da qualificação promovida pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo (Enfam).
De acordo com Azevedo, cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro são dragados pela corrupção. Para ele, a sensação de impunidade é grande incentivadora da prática de crimes contra o erário – além da precariedade dos instrumentos de controle, o controle social incipiente por parte da população e a baixa qualificação dos quadros que lidam diretamente com a fiscalização.
“Nosso maior problema é que o corrupto e o corruptor sentem que não serão punidos. Nós da Polícia Federal trabalhamos investigando e produzindo provas materiais, o que é uma atividade bastante complexa. Mas não podemos ser protagonistas nesse processo. Quem é protagonista é o Judiciário, que tem o poder para condenar”, afirmou o delegado.
Josélio Azevedo disse que “o Judiciário não é parte do problema da corrupção, mas certamente é parte da solução”. O delegado informou aos jovens magistrados brasilienses que a PF, apesar de ter um efetivo aquém do necessário para cumprir suas atribuições constitucionais, se coloca à disposição da magistratura para prestar esclarecimentos de cunho técnico e também para apresentar uma visão mais apurada sobre a realidade das atividades ilícitas.
Tráfico de drogas
Ao tratar da realidade local, o delegado disse que o DF enfrenta “os desafios inerentes às grandes cidades do país”. Azevedo apontou o tráfico de drogas como uma das mazelas mais graves da região – a incidência maior, segundo ele, é nas cidades de Ceilândia, Taguatinga, Paranoá, Varjão e Riacho Fundo. “Esse não é só um problema do Rio e de São Paulo. Existem locais no DF em que a polícia não entra”, disse.
O delegado também sugeriu a parceria da PF com o Judiciário local para aumentar a efetividade do combate às drogas. “Sempre que necessário, chamem a Polícia Federal para respaldar as decisões dos senhores”, declarou aos juízes. O curso Iniciação Funcional de Magistrados prossegue até o próximo dia 22, na sede da Enfam, em Brasília.
Azevedo falou aos 20 juízes do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) que participam da qualificação promovida pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados Ministro Sálvio de Figueiredo (Enfam).
De acordo com Azevedo, cerca de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro são dragados pela corrupção. Para ele, a sensação de impunidade é grande incentivadora da prática de crimes contra o erário – além da precariedade dos instrumentos de controle, o controle social incipiente por parte da população e a baixa qualificação dos quadros que lidam diretamente com a fiscalização.
“Nosso maior problema é que o corrupto e o corruptor sentem que não serão punidos. Nós da Polícia Federal trabalhamos investigando e produzindo provas materiais, o que é uma atividade bastante complexa. Mas não podemos ser protagonistas nesse processo. Quem é protagonista é o Judiciário, que tem o poder para condenar”, afirmou o delegado.
Josélio Azevedo disse que “o Judiciário não é parte do problema da corrupção, mas certamente é parte da solução”. O delegado informou aos jovens magistrados brasilienses que a PF, apesar de ter um efetivo aquém do necessário para cumprir suas atribuições constitucionais, se coloca à disposição da magistratura para prestar esclarecimentos de cunho técnico e também para apresentar uma visão mais apurada sobre a realidade das atividades ilícitas.
Tráfico de drogas
Ao tratar da realidade local, o delegado disse que o DF enfrenta “os desafios inerentes às grandes cidades do país”. Azevedo apontou o tráfico de drogas como uma das mazelas mais graves da região – a incidência maior, segundo ele, é nas cidades de Ceilândia, Taguatinga, Paranoá, Varjão e Riacho Fundo. “Esse não é só um problema do Rio e de São Paulo. Existem locais no DF em que a polícia não entra”, disse.
O delegado também sugeriu a parceria da PF com o Judiciário local para aumentar a efetividade do combate às drogas. “Sempre que necessário, chamem a Polícia Federal para respaldar as decisões dos senhores”, declarou aos juízes. O curso Iniciação Funcional de Magistrados prossegue até o próximo dia 22, na sede da Enfam, em Brasília.
STJ
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