A Polícia Civil indiciou o presidente do Hopi Hari e mais 10 pessoas pela morte da adolescente Gabriela Yukay Nychymura, 14 anos, morta após cair de um brinquedo no parque de diversões Hopi Hari, em fevereiro deste ano. A Secretaria de Segurança de São Paulo divulgou a conclusão nesta terça-feira.
Entre os indiciados estão o presidente do Hopi Hari, Armando Pereira Filho, o vice-presidente do parque, Claudio Luis Pinheiro Guimarães, o gerente geral de Manutenção e Projetos, Stefan Fridolin Banholzer. Também foram indiciados os atendentes de operação Vitor Igor Spinocci de Oliveira, Marcos Antonio Tomaz Leal e Edson da Silva, e Lucas Martins Figueiredo, supervisor de operações (atendente sênior). Os outros quatro são Juliano Ambrósio, técnico de manutenção, Rodolfo Rocha de Aguiar Santos, técnico em Eletrônica e Eletrotécnica, Adriano César de Souza, técnico de manutenção mecânica e Luiz Carlos Pereira de Souza, sênior mecânico.
Gabriela caiu do brinquedo Torre Eiffel na manhã do dia 24 de fevereiro. Ela estava acompanhada dos pais, tia e prima. Segundo as primeiras investigações, o equipamento apresentava defeito na trava de segurança. A jovem caiu de uma altura entre 10 m a 30 m.
O laudo conclusivo sobre a morte de Gabriela apontou que não havia nenhum dispositivo, visual ou sonoro, para alertar os frequentadores de que a cadeira escolhida pela jovem estava inoperante. A adolescente caiu do brinquedo Torre Eiffel, que simula uma queda livre.
Ainda segundo o laudo, os funcionários do parque perceberam problemas durante o funcionamento do brinquedo, que parava no meio do percurso ou no topo, sem descer. Nessas ocasiões, as cadeiras eram baixadas lentamente para recomeçar o procedimento. Como o assento de Gabriela não tinha fivela de segurança, ela se soltou do aparelho e despencou.
Fonte:Terra
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